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REINO UNIDO: 11/01/2007
Perseguições
Em 2007, 25 milhões de cristãos
perseguidos
Em 2007, 250 milhões de cristãos enfrentarão
a perseguição simplesmente por seguir Jesus Cristo, segundo
a organização que vigia os casos de perseguição,
«Release international» (RI), radicada no Reino Unido. Em
especial, a organização revela que a perseguição
está aumentando mais rapidamente no mundo islâmico.
«Release International» comprovou
que a maioria das perseguições se produz em quatro «zonas»
diferentes:
- as do islã, comunismo, hinduísmo e budismo.
Inclusive os governantes de países muçulmanos moderados
com freqüência fracassam em proteger os direitos de suas minorias
cristãs, explica RI. Os abusos sofridos pelos cristãos incluem
seqüestro, conversão forçada, encarceramento, destruição
de igrejas, tortura, estupro e execução. Um dos países
que registra maiores abusos contra a liberdade de religião é
a Arábia Saudita, guardiã dos lugares santos islâmicos
da Meca e Medina. A Arábia Saudita proíbe todas as demais
religiões. Um muçulmano declarado «culpado»
de converter-se ao cristianismo pode enfrentar uma sentença de
morte por apostasia. E qualquer pessoa que conduzir um muçulmano
a Cristo enfrenta a prisão, expulsão ou execução.
«Há uma conspiração de silêncio em torno
dos sauditas -- diz o diretor de RI, Andy Dipper --, provavelmente porque
o Ocidente quer seu petróleo e seu dinheiro.
Mas é um Governo que recorre à pena de
morte para aqueles dentre seus próprios cidadãos que não
desejam outra coisa que a liberdade de escolher sua própria fé.
E enquanto os sauditas proíbem toda a literatura cristã,
gastam bilhões de dólares a cada ano propagando o Islã
em todo o mundo.» Mas a perseguição mais violenta
no mundo islâmico vai muito além do controle do governo.
Desde os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, o mundo se tornou
dramaticamente consciente das redes globais extremistas islâmicas.
Ainda que a mais conhecida é Al Qaeda, há outras que exploram
as tensões religiosas para seus próprios fins políticos,
disse RI a «Christian Today». «Um número crescente
de extremistas interpreta o chamado à “yihad” como
um chamado à violência. Parecem considerá-la como
seu dever religioso para forçar os cristãos e os não
muçulmanos a converter-se ao Islã. Quem refuta deve ser
expulso ou morto», diz RI.
A organização de vigilância
da perseguição acrescenta:
«Há um movimento crescente para impor a
lei islâmica da “charia” que se converte em uma pressão
crescente sobre os cristãos. Na Nigéria, militantes expulsaram
cristãos de suas casas para eliminar a oposição política
e preparar o caminho para a lei da “charia”».
Zenit
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