A Igreja no Mundo
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BURUNDI Rebeldes Fnl afirmam: "a paz ainda não chegou" Os rebeldes da Força nacional de libertação (Fnl), o segundo grupo de rebeldes mais forte do país afirmaram que "eles não reconhecem nenhuma trégua". Este comunicado foi divulgado para contrariar as afirmações e comemorações, nacionais e internacionais, que noticiavam um acordo de paz. O porta-voz da Fnl, Pasteur Habimana, declarou que o grupo não estava envolvido no acordo de cessar fogo, firmado no último dia 03 de novembro em Arusha, Tanzânia, entre o presidente burundiense Pierre Buyoya e o líder do principal movimento rebelde do país Pierre Nkurunziza, chefe das Forças de defesa da democracia (Fdd). O porta-voz da Fnl ainda declarou que "o acordo firmado entre governo e o líder da Fnn não refreia os desejos de seu grupo. Mesmo porque, a Fnl é um movimento totalmente independente da Fdd". Esta atitude foi muito criticada pela comunidade internacional e principalmente por alguns líder africanos. O histórico acordo entre governo e rebeldes é fruto de uma ação conjunta internacional da região africana dos Gandes Lagos, sobretudo do presidente ugandense Yoweni Museveni, que ameçou impor sansões contra o grupo Fnl dirigido por Agathon Rwasa, responsável pela não participação do grupo nas negociações. Os Estados Unidos também enviaram mensagem ao grupo rebelde discordante, pedindo que ele repense sua posição, pois os conflitos iniciados em 1993 já vitimaram mais de 300 mil pessoas. Fonte: MISNA 09/12/2002 |
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