Revista "MUNDO e MISSÃO"
Igreja no Mundo - África
Reforçado pelo sucessor, dom Claude Rault, o convite foi aceito: - o P.I.M.E. está abrindo uma missão naquele país. Movido por seu carisma missionário, que o impulsiona a procurar campos de atuação em linhas de frente, o Instituto se prepara para mais este desafio. Representantes do P.I.M.E. participaram de encontros com bispos e outros dirigentes de congregações missionárias que trabalham nos países do Maghreb árabe (Argélia, Tunísia, Marrocos e Líbia), no último mês de março, resultando um balanço positivo da presença missionária nas diversas dioceses, com aspectos interessantes: • depois de anos de terrorismo, desponta uma fase de abertura e de diálogo em relação às diversas expressões de Igreja na Argélia; • a Igreja argelina enfrenta o desafio e a necessidade de renovar sua forma de presença, diante da atual situação da população e do país; • as congregações missionárias que estão retornando, depois do período de afastamento devido ao terrorismo, são acolhidas positivamente pela população e isso é sinal de abertura ao pluralismo religioso; • com a carência de recursos humanos e financeiros, por parte de diversas congregações, começou a experiência de uma presença intercongregacional; • sendo muito reduzida a comunidade cristã argelina, e conseqüentemente sua necessidade de pastoral regular, o pedido de autorização oficial às autoridades civis deve ressaltar ocupações válidas nos campos profissional, trabalhista, estudo ou pesquisa, para os missionários desempenharem na Argélia.
Desde o início de sua nova missão, um dos eixos principais de seu programa foi a preocupação que seus sacerdotes não se limitassem somente ao serviço pastoral dos cristãos, mas que procurassem também o contato com a população muçulmana, conforme sua célebre frase: “Eu considero todos os habitantes deste país
como meus filhos, também aqueles que não me reconhecem como
pai”. O próprio nome o manifesta: Vicariato Apostólico do Saara e do Sudão. Teve que passar mais de trinta anos para que, em 1901, a parte saariana fosse separada com o nome de Prefeitura Apostólica de Ghardaïa (sede episcopal). Dom Lavigerie percebeu logo que o número reduzido de sacerdotes, sua ignorância a respeito da cultura local e a extensão de muitas paróquias, não permitiam que eles conseguissem responder aos desafios pastorais e missionários do Vicariato. Por isso, em 1868, fundou os Missionários da África, mais conhecidos como “Padres Brancos” e, no ano seguinte, as “Irmãs Brancas”. Porém, o governo colonial francês não gostou destas iniciativas, porque seu programa previa um desenvolvimento separado para os franceses e para a população local, para a qual havia criado uma rede de “Agências para Negócios Árabes”. Considerando-se como os únicos habilitados a gerir a evolução dos muçulmanos, essas agências viam com maus olhos as iniciativas do bispo, que criava escolas, dispensários e outras obras sociais. Isso pode explicar, em parte, porque praticamente até a independência (1962) os Padres Brancos e as Irmãs Brancas se encontraram confinados nas montanhas da Cabília e nas areias do deserto. Dom Lavigerie enviou seus missionários principalmente à Cabília, região muçulmana, mas de idioma e cultura berbere, considerada mais aberta à mensagem cristã. Todavia, ele deu a seus discípulos diretrizes muito rigorosas sobre o apostolado, que devia evitar um proselitismo agressivo e apologético, para procurar, em primeiro lugar, ganhar a confiança dos habitantes pelo exemplo da caridade, da disponibilidade a oferecer serviços que, por longo tempo, seriam de ordem humanitária e social mais que espiritual, mas sem exclusões recíprocas. Algumas expedições de missionários, ao penetrar mais no interior da região, foram massacradas (1876 e 1881). Com a morte de dom Lavigerie (1892), suas diretivas de prudência foram questionadas e os missionários começaram a dar instrução religiosa a todos os que demonstravam interesse: foi aberta uma escola, um hospital e se chegou a constituir uma comunidade com o estilo de “paróquia”. Mas os resultados foram insignificantes. A estratégia missionária, até a época do Concílio Vaticano II, oscilou entre a pregação direta e agressiva e a presença respeitosa da cultura e religião dos habitantes. Em favor desta segunda atitude influiu bastante a amizade de alguns dos Prefeitos Apostólicos com Charles de Foucauld. Em 1933, Pe.René Voillaume fundou os Pequenos Irmãos de Jesus e, em 1939, a irmã Magdeleine deu início às Pequenas Irmãs de Jesus. Nos anos 30, Pe.Henri Marchal tomou a importante iniciativa de fundar o IBLA (Instituto de Belas Letras Árabes), através do qual os jovens missionários aprendiam árabe e conheciam o islã no respeito às tradições muçulmanas. Em 1964, o IBLA se transformou em PISAI (Pontifício Instituto de Estudos Árabes e de Islamologia), com sede em Roma. Com a independência da Argélia, o novo Estado decretou a arabização total do ensino e a exclusão dos colaboradores estrangeiros na maioria dos setores sociais (saúde, educação...). Isso levou a Igreja a aprofundar as motivações espirituais de sua presença e a reorientar as atividades num contexto em que o envelhecimento dos missionários já se sentia. Após a anulação das eleições legislativas de 1991, a Argélia caiu numa crise, na qual aspectos políticos, religiosos, econômicos e sociais se misturavam. Ao mesmo tempo, o islã conservador e radical cresceu muito, semeando o terror entre a população. A imagem da Argélia apareceu negativa no exterior, enquanto a missão encontrou dificuldades para renovar o pessoal apostólico e ficou limitada às suas iniciativas, embora fosse solicitada a desempenhar múltiplos serviços. Todavia, pelo fato de ter atravessado esses anos de prova em solidariedade com o povo argelino e, ao preço do sacrifício de 19 dos seus membros, a Igreja da Argélia adquiriu o “direito de cidadania” que ultrapassa o número de seus membros. Ela é mais aceita, por aquilo que é, do que por aquilo que faz.
Quem espera encontrar apenas areia, pequenos oásis de cartão postal, com duas palmeiras..., vai descobrir inúmeras cidades na diocese. A diocese é uma das mais extensas do mundo, com mais de 2 milhões de km2 (90% do território nacional). Segundo o censo de 1998, ela abriga mais de 3 milhões de habitantes; ou seja, 10,5% da população argelina. Todavia, numericamente, nossa Igreja é a menor do mundo: - pouco mais de 60 cristãos residentes e apenas o dobro de estrangeiros em trânsito, exceto os funcionários das companhias petrolíferas (cerca de 2.500), com regime de vida muito particular. A população local é inteiramente muçulmana. 1. NOSSA IGREJA DIOCESANA Neste contexto vive a pequena Igreja de Laghouat, composta por padres, religiosas, religiosos e alguns leigos, distribuídos por umas quinze localidades. O pessoal fixo da diocese compreende: 5 colaboradores leigos, 35 religiosas, 7 irmãos religiosos e 16 padres. Com a população flutuante de estrangeiros, vindos sobretudo da Europa, não se contam mais do que cem praticantes. 2. INTERROGAÇÕES E DESAFIOS A. Situação política e religiosa. O sul sofre pouca influência do “despertar islâmico” que, desde fevereiro de 1992, se manifesta através de grupos armados e coloca em perigo o futuro do País, criando uma atmosfera de inquietação, desconfiança e repressão. Só uma retomada econômica vigorosa pode devolver confiança à nação. O conflito chegou à nossa área após 1994, agravando a precariedade da Igreja. Até hoje, 19 membros da Igreja argelina foram mortos, o último dos quais é dom Pierre Claverie, bispo de Orano (agosto de 1996). Conseqüentemente, ficou difícil encontrar novos colaboradores para a missão e, portanto, diversas atividades foram suspensas. Por razões de insegurança nas estradas, os deslocamentos pelo vasto território sofreram restrições por longo período. Hoje, elas estão suspensas. B. Refugiados. A Argélia acolhe
muitos refugiados e essa presença pesa na vida dos habitantes do
sul. A região de Tindouf hospeda cerca de 160.000 sahraoui (100.000
são crianças, mulheres e idosos) e isso causa tensão
na região. A Caritas argelina, a Meia Lua Vermelha (islamita) e
outras organizações humanitárias oferecem ajuda,
há mais de vinte anos, a essas populações. C. Combates locais e racismo. A população do Saara é muito heterogênea em suas próprias raízes. Compõe-se, em grande parte, de etnias de origem berbere e, neste caso, há certa consonância mais lingüística do que racial: os Mozabito, que se concentram em volta de Ghardaïa; os Ouargli e os Tuareg, de Tassilli e de Hoggar. Nem sempre eles acham fácil coexistir com outras etnias de origem árabe. Acontecem periódicas explosões de racismo, raramente generalizadas, mas que interferem na mentalidade e na vida cotidiana das populações locais. D. Um grande desafio: a juventude. 70% dos argelinos não têm ainda 30 anos (não conheceram a colonização e nem a guerra de Independência). Um enorme esforço de escolarização foi realizado, mas o ócio atinge 30% da população economicamente ativa e seria preciso criar ao menos 4 milhões de empregos para absorvê-los! O desemprego castiga mais os jovens, inclusive os diplomados e universitários. O que dizer, então, dos que não têm formação profissional? E. A condição feminina. É reduzido o número de argelinas no mercado de trabalho remunerado. A maior parte delas está confinada em casa, criando uma média de 6 a 7 filhos, sem tempo para trabalhos profissionais ou atividades culturais As exceções freqüentam alguns centros de promoção, promovidos pela UNFA (União Nacional das Mulheres Argelinas). Muitas aumentam a renda familiar com atividades informais: tecelagem, corte-e-costura, bijuterias... Inúmeras mães divorciadas ou, ainda adolescentes, abandonam os filhos, ou confiam-nos a outros, furtivamente. A legislação, apesar de afirmar que respeita os direitos da mulher, tem sido inoperante nesta sociedade concebida pelos homens e para eles. 3. EM BUSCA DE UMA RESPOSTA Apresentamos algumas linhas pastorais gerais, orientadas em três direções. A. As comunidades cristãs: celebrar o Mistério de Cristo e ser testemunhas da Boa Nova. Nossa primeira responsabilidade é a de ser, o mais profundamente possível, discípulos de Jesus. Nosso centro é a Eucaristia, celebrada na humildade, pequenez e isolamento das comunidades. Ela se torna uma razão de esperança, a fim de que o Senhor envie operários para a messe. Outro momento bom é quando os visitantes e turistas alargam nossos horizontes e nos permitem compartilhar aquilo que vivemos no coração deste povo. Celebrando o Mistério de Cristo, queremos ser testemunhas da Boa Nova. Damos o testemunho em “sinfonia” com as vozes das famílias espirituais de Charles de Foucauld, do cardeal Lavigerie, das irmãs de São Francisco, das irmãs de Maria, ou de leigos, segundo o dom de cada um. B. Servir os irmãos e irmãs, através do amor, especialmente aos mais pobres. Queremos servir os mais pobres concretamente, e eis-nos aqui sem poder. A Igreja não tem nenhuma visibilidade; pode apenas estender as próprias mãos nuas para a convivência, a solidariedade com os pobres que, por outro lado, não poderíamos sequer alcançar, se vivêssemos como eles. Nós teremos sempre uma certa segurança que eles não têm. Isto não deve impedir-nos de procurá-los sem medo. Não podemos apresentar uma estratégia de desenvolvimento, mas isso não impede a aproximação. Ainda que modestos, existem alguns caminhos: o exercício de uma profissão (no magistério, na saúde, na pesquisa, por exemplo); cooperativas de artesanato; abrindo as casas para ensinar corte-e-costura, tecelagem, etc.; ouvindo os que precisam ser ouvidos; tendo a chance de dizer: “Tens valor para mim...”; procurando influenciar a mentalidade dos homens em relação à condição feminina; ajudando os jovens a não esperar que tudo venha do alto, ou de fora, etc. C. Viver o encontro com o Mundo Muçulmano. O encontro islâmico-cristão não tem nada de dogmático. Ele acontece na rotina familiar, social, profissional. Matrimônio, festa religiosa, reunião familiar, funeral, nascimento, etc. são as oportunidades de uma troca espontânea sobre a fé, o modo de viver e de rezar, a visão de mundo e dos acontecimentos. O diálogo é sempre estimulante. A gente entra no universo do outro. Isto exige o estudo da língua árabe, da religião islâmica. É a maneira mais adequada para responder às questões que eles nos fazem sobre nossa fé. No silêncio da oração, recolhemos estes tesouros e pérolas que brotam dos corações simples e os oferecemos Àquele que conhece os corações e sabe reconhecer aquilo que Dele provém.
- dom Michel Gagnon, então bispo de Laghouat-Ghardaïa, Argélia, exortava o superior geral do P.I.M.E. a abrir uma missão na sua diocese, responsável por todo o Saara argelino. No decorrer dos meses, com o falecimento repentino de dom Gagnon (1 de junho de 2004), seu sucessor, dom Claude Rault e o Administrador Apostólico, Pe. Miguel Larbouru, renovaram o convite, reforçando a grande necessidade da sua diocese. Os insistentes apelos do papa João Paulo II encorajavam a Direção Geral do P.I.M.E., já há alguns anos, a refletir sobre as possíveis novas perspectivas de evangelização. E, da última Assembléia Geral prevaleceu a recomendação de “orientar todo o Instituto a enviar missionários inclusive onde existem situações particularmente difíceis e onde, por razões políticas, sociais, ideológicas não seja possível uma presença missionária declarada” (junho/2001). Entre diversas oportunidades analisadas, a proposta da Argélia se apresentou mais condizente com as características indicadas naquela moção, além do crescente interesse pelo mundo muçulmano de origem árabe. UMA PRESENÇA AUSPICIOSA A Igreja argelina conserva uma tradição antiga vinculada a Santo Agostinho (nasceu em 354 d.C. em Tagaste e morreu em 430, em Hipona, ambas na atual Argélia). Apesar de estar inserida em um ambiente predominantemente muçulmano (99%), de cultura árabe, ela é composta por um significativo número de religiosos estrangeiros (cerca de 100 sacerdotes e 180 religiosos/as), para um reduzido grupo de fiéis (cerca de 3.000, entre argelinos e funcionários estrangeiros das companhias petrolíferas). Está distribuída em 4 dioceses, com 37 paróquias. Para confirmar a importância da presença da Igreja Católica na região do Maghreb, até para os muçulmanos, apresentamos um texto escrito pelo arcebispo de Rabat, no Marrocos, que já em 1952, ainda no período colonial, indicava três razões precisas:
“Os cristãos, que, na sua maioria, são estrangeiros, devem saber claramente quais são as razões para viver no Marrocos e quais são os deveres que a sua presença neste país lhes impõe. Três são as causas que podem justificar a sua presença: • a lei humana da hospitalidade que permite, a cada pessoa, viver no país da sua escolha, desde que respeite integralmente as leis que lhe garantem o desenvolvimento humano, cultural e econômico; • a importância dos bens materiais deste País (Marrocos). Efetivamente, os recursos naturais são destinados a toda a humanidade e a sua exploração deve assegurar o seu melhor rendimento. Pessoas e sociedades comerciais ativas podem tomar a iniciativa de desenvolver atividades econômicas de modo a usufruir desses recursos, prioritariamente os nativos deste país, e, em seguida, toda a comunidade humana. Porém, devem ser respeitadas duas condições: - que a população nativa não fique prejudicada pelo esgotamento desses recursos, e que os benefícios obtidos pela sua exploração favoreçam largamente o país e seu povo. De fato, a presença de um número elevado de estrangeiros, empenhados no âmbito da extração dos recursos minerais ou em funções técnicas comerciais, é politicamente justificada, de certa forma, pelo aspecto pedagógico de transferência de conhecimentos científicos e tecnológicos; • o desejo de fazer este povo participar da vida espiritual que Deus quer nos doar, a partir do Batismo, sem proselitismo invasivo, mas com o exemplo de um comportamento autenticamente cristão. Trata-se de viver uma “presença cristã”, como Charles de Foucauld pedia a leigos generosos que fossem compartilhar com ele da vida das populações no deserto, para serem como “Irmãos universais”, rezando e amando em nome do Senhor Jesus”. OS PRIMEIROS PASSOS DO P.I.M.E. NA ARGÉLIA O caminho de inserção do P.I.M.E. na Argélia deverá começar por um período de inculturação e de aprendizado da língua árabe, na localidade de Touggourt, um oásis distante cerca de 650 km a sudeste da capital Argel, no deserto, perto da fronteira com a Tunísia, com quase 80 mil habitantes. Após o primeiro ano de inculturação e de estudo do idioma árabe, Dom Claude Rault prevê um empenho do P.I.M.E. em Touggourt por 3 anos, para uma maior incorporação na realidade da Igreja e da sociedade argelina, começando a colaborar com os padres da localidade de Ouargla, nos serviços pastorais aos trabalhadores das companhias petrolíferas em Hassi Messaud. No decurso deste período, o bispo avaliará com o P.I.M.E. o projeto para o futuro na diocese: - continuar o trabalho em Touggourt ou passar para a cidade de Hassi Messaud ou outra localidade. O projeto do P.I.M.E. na Argélia, para uma prospectiva duradoura, prevê uma comunidade de pelo menos 3 missionários, sendo oportuno que 1 ou 2 sejam sacerdotes para assegurar o serviço sacramental para a comunidade cristã.
– sendo o Saara um bom ferreiro, se o material for de boa qualidade, saberá transformá-lo numa verdadeira obra-de-arte; – os missionários no Saara devem ser como as dunas de areia no deserto: adaptam-se ao lugar, deslocam-se com o vento, são sóbrias e belas justamente porque não têm adornos inúteis e... estão sempre ali. Num ambiente duro e difícil, seja pelo clima, que pelas relações religiosas, sociais e culturais, é preciso pessoas capazes de sobreviver às “tempestades” e à escassez de elementos tidos como essenciais. Não é fácil, mas é possível, se existir convicção e preparação; – os tuareg usavam somente os camelos para se locomover no deserto. Hoje, preferem os utilitários 4 x 4, porque são velozes e confortáveis. É preciso missionários que, por entenderem o espírito e a tradição da Igreja argelina, saibam percorrer outros caminhos com meios adequados ao mundo atual. Este é o verdadeiro desafio para não serem nostálgicos nem ingênuos, mas realistas.
A Argélia é o maior dos países do Maghreb e, depois do Sudão, o segundo maior da África. Mais de 80% do seu território é constituído por regiões áridas e desérticas: isto explica porque mais de 95% da sua população está concentrada em 12% do território, ao norte e, sobretudo, ao longo dos 1.200 km da costa mediterrânea. O último censo, de 2002, calculou 31,4 milhões de habitantes. A língua oficial é o árabe, mas usa-se também o berbere e o francês. Mais de 99% da população professa o Islamismo sunita. A expectativa de vida é de 69 anos. Fonte: Revista AFRICA |
Visite
as outras páginas
[P.I.M.E.] [MUNDO e MISSÃO]
[MISSÃO JOVEM] [P.I.M.E.
- Missio] [Noticias] [Seminários]
[Animação] [Biblioteca]
[Links]