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Nunca houve um papa que demonstrasse tanto a importância das crianças
para a vida da Igreja como João Paulo II, a ponto de iniciar as
celebrações do Ano Santo Jubilar de 2000 pelo Jubileu das
Crianças e terminar com a festa Seguindo a Estrela, reunindo seis
mil crianças vindas do mundo todo.
O
fato é que ele pensa, e já disse, que as crianças
são os seus pequenos-grandes colaboradores, os pequenos-grandes
missionários da Igreja no Terceiro Milênio. E parece que
Jesus também já pensava assim. E, depois dele, muitos de
seus seguidores acreditam que a participação das crianças
e dos adolescentes na responsabilidade missionária da Igreja seja
vital.
Nesta perspectiva, realizou-se na cidade de San José, na Costa
Rica, entre os dias 1 e 5 de julho de 2002, o 1.º Encontro Continental
da Infância e Adolescência Missionária (ECIAM), envolvendo
310 delegados de 23 paises das três Américas, tendo o Brasil
participado com 29 representantes, sendo 14 adolescentes e 15 assessores
adultos. O tema deste encontro foi "A Adolescência Missionária
na América" e os seus objetivos principais foram:
- despertar e fortalecer a consciência dos adolescentes através
de uma capacitação contínua, para que assumam o
seu protagonismo na Igreja e no mundo;
- elaborar um roteiro de formação e indicar conteúdos
adequados aos adolescentes missionários.
Atingidos esses objetivos, ficou para cada pais o compromisso de concretizá-los
dentro de suas dioceses. Nos planos de animação missionária,
foi destacada a importância de conhecer a realidade do adolescente
através da convivência e do dialogo franco, de resgatar a
religiosi-dade popular e seus valores e de abrir-se para a universalidade
da Missão, através do interesse pelas diversas nações
e povos. Para garantir o processo formativo dos adolescentes, e a sua
continuidade, ficou clara a relevância da formação
de assessores e coordenadores de gnipos de animação missionária.
Hoje, no Brasil, a Infância Missionária, que já existe
em 50% das 251 dioceses, demonstra um potencial e um vigor crescente,
uma verdadeira primavera para Igreja do Deus que se fez criança
no meio de nós!
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O QUE É
A INFÂNCIA MISSIONÁRIA
A Obra da Infância Missionária,
fundada em 1843 por dom Carlos Forbin Janson, bispo de Nancy, França,
nasceu para sensibilizar as crianças da Europa sobre a situação
de pobreza das crianças órfãs na China, abrindo-lhes
a possibilidade de serem solidárias e participes em ações
concretas de ajuda, imbuídas de sentimento missionário.
Em 3 de maio de 1922, o papa Pio XI assumiu-a como Obra Pontifícia,
enfatizando-a para as dioceses do mundo inteiro.
O carisma da Obra é suscitar e promover o espírito
missionário universal entre as crianças, a começar
em suas famílias, aprofundando-se em suas paróquias
e dioceses. Oração, partilha de bens e de testemunhos,
serviços missionários, promoção de vocações
missionárias, participação em congressos e
encontros caracterizam a cooperação missionária
das crianças com a Igreja. A Infância Missionária,
presente, viva e atuante em 115 países, tem beneficiado mais
de 20 milhões de crianças do Terceiro Mundo. Através
de gestos concretos de solidariedade, as crianças mencionarias
de todos os continentes doaram US$ 13.610.692,62 em 2001, contribuindo
para a manutenção de milhares de escolas maternais,
orfanatos e hospitais.
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Informações e pedidos
de subsídios
para animação missionária:
POM-PONTIFÍCIAS OBRAS
MISSIONÁRIAS
Caixa Postal n.º 03670 - Brasília
- DF - Cep: 70084-970
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