Jornal - "MISSÃO JOVEM"
Espiritualidade
A Copa do Mundo, com seu clima de confraternização de povos e culturas, instintivamente me faz pensar e sonhar com a paz. Mas como chegar lá? Quem de nós mão almeja a paz? Provavelmente todos! E quase todos afirmam fazer algo pela paz. Mas então, por que há tanta violência ao nosso redor e no mundo? Diariamente somos bombardeados por informações que destacam a violência. É guerra entre países e nações. Lutas entre partidos políticos e é briga por todo o lado, até dentro da própria família. E se esta família for rica e de destaque na sociedade, a briga vira manchete na imprensa falada e escrita. E diga-se mais: Quem não assiste quase diariamente a cenas de violência na TV? Em certos canais de televisão, no próprio horário nobre, quando a família está reunida para relaxar após um dia de atividades, ao invés de mensagens edificantes, apresentam novelas cheias de tramas e maldades, onde o aborrecimento e a violência representam a nota dominante.
É preciso criar uma cultura de paz. Paz com a vida, consigo mesmo, com todos e com o mundo inteiro. Paz! Um sonho da humanidade que ainda não se concretizou. A paz depende de nós! Paz é muito mais que o frio silêncio das metralhadoras e dos canhões. Muito mais que os tratados oficiais entre as nações do mundo. Paz não se confunde com a simples ausência das guerras. Paz é, antes de tudo, a vivência da fraternidade e da justiça. Essa paz começa dentro de cada um. A paz entre todos os homens precisa passar primeiro pelo nosso coração, no dia-a-dia de nossa vida. As lutas armadas e as muitas injustiças sociais não passam de extensões dos conflitos que se travam dentro de nossos corações. A paz será realizada quando fizermos uma verdadeira guerra contra tudo aquilo que separa os homens e destrói sua dignidade. Construir a paz? Isso depende sobretudo de nós! DINÂMICA ___________O NÓ HUMANO___________________ OBJETIVO: Reconhecer as diferentes faces da violência e as suas possíveis causas. Desenvolvimento: O grupo forma um círculo e dá as mãos. O animador solicita que todos memorizem a pessoa que está a sua direita. Após a memorização, todos devem andar livremente pela sala e parar ao sinal do facilitador. Movendo-se o menos possível deverão dar a mão direita ao colega que estava à sua direita anteriormente,formando assim um grande nó humano. O animador lançará então o desafio: - voltarem ao círculo inicial sem soltar as mãos e de uma maneira não-violenta. Discussão sobre os sentimentos durante a técnica, a semelhança deste nó com as relações humanas e as diferentes posturas durante o desarme do nó. Dinâmica extraída do livro Construindo a Paz. |
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